(06/09/08) - registro retroativo
Chego ao 5° período de gravações dando continuidade aos Teclados .
Inicialmente comecei gravando efeitos, pianos e ambiências, coisas mais voltadas a produção em alguns pontos específicos das musicas.
Como já sabíamos as partes e os tipos de efeitos que iríamos incorporar, e já tínhamos pesquisados tudo isso antes tudo transcorreu rapidamente.
Cerca de 2:30 horas depois esta etapa foi finalizada.
Começamos então a preparar o terreno para a gravação de uma faixa que chamamos de “instrumental” mas na verdade é uma espécie de “narrativa musicada” influenciada pelo “dark wave”. Essa incursão é totalmente nova p/ nós.Começamos gravando os clicks, e depois a parte “rítmica” dessa faixa com o que seria o “bumbo e a caixa” em uma bateria convencional, estamos gravando “peça a peça” disso. O tempo foi suficiente para finalizar esta etapa de gravação.
Paulo Moura.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
MOURA´SYNTHS -PT.1
(31/08/08) - registro retroativoComeço neste meu 4º período de estúdio, a gravação dos Teclados.
Escolhemos grava-los antes mesmo do baixo,pois são imprescindíveis em algumas faixas e/ou trechos nas musicas onde é ele que fica no comando sem outros instrumentos dando suporte.
Usei basicamente meu Alesis QS 6.1, pois gosto bastante dos bancos de timbres desse equipo pela grande resposta de “ataque” em particular dos strings e efeitos de ambiência. Usei também em menor proporção um Korg N364 em algumas camas.
Sintetizadores são instrumentos mais práticos de se gravar (se comparando com as guitarras que acabei de gravar) partindo do ponto que a questão de se encontrar um timbres, microfonar são etapas que são puladas.
Gus, fez alguns ajustes passando o som do teclado em pelos seus racks antes de “entrar’ com ele na mesa, e não muito tempo depois tudo já estava pronto para o inicio da gravação propriamente dita.
Comecei a gravar teclados pelas musicas onde utilizo-os na faixa inteira que são as faixas Consent to the Devilish Fantasies e Water Flows through the Slimmy walls no caso da "Water" com uma nova roupagem e produção do que se encontra disponível na promo, mesclando bancos de strings e pianos
Até a próxima.
Paulo Moura
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
PSICODELIA DARK
(30/08/08)-registro retroativo.Hoje o período de estúdio foi dedicado a gravações das guitarras “limpas”, que na verdade de limpas mesmo não tem nada, pois faço questão de abusar dos delays e outros efeitos que criam uma ambiência já bastante peculiar ao som do Archaengel.
Nesta, quem estava de “piloto” na mesa foi um grande figura chamado Eduardo Guilherme, para gente apenas “Dudu” que logo curtiu e entendeu a proposta daquela “Psicodelia Dark” que estávamos prestes a gravar e juntar na massa sonora criada pelos outros instrumentos. Em particular gostei muito de gravar a musica “Fallen” (o titulo desta musica ainda vai ser alterado) pois nesse dia estava inspirado, fiz uma dobra e apliquei uns efeitos no qual estavam circulando pelo ambiente!
Foi um processo rápido, nesta sessão conseguimos finalizar todo o restante que estava faltando das minhas guitarras!
Um abraço
Paulo Moura
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
MOURA´S HEAVYNESS
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
THE MOURA´S GUITARS
(23/08/08) - registro retroativo
Ok, começo aqui a registrar meu primeiro dia de gravação de guitarra.
Na minha cabeça venho com as referências do que já tenho tocado nos ensaios para isso e a expectativa de encontrar na integração entre os equipamentos de gravação, os diferentes amplificadores do estúdio e pedais de efeito, o som que espero como resultado final do CD para as minhas guitarras.
...Mas nisso o Gus tem realmente uma puta visão, mesclar digitais, analógicos e tudo o mais que aparecer é com ele.
Hahaha só de ver as válvulas daquele Marshall acesas os dedos já começam a coçar!
Chegamos a conclusão que para começar sem dúvida seria melhor pela partes com distorção e depois partirmos para as outras fases.
Empunhada minha Les Paul Epiphone + pedais de efeito: Digital Delay, Flanger e T-Wah, e a própria distorção do Marshall e começamos a gravação.
De primeira fizemos um teste para avaliar se o som estava de acordo, e alguns ajustes depois: TUDO PRONTO.
Começamos com Black Raven.
Como o Alex já tinha gravado algumas partes do que seria as “minha dobras” de guitarra pela questão do timbre, passamos logo para as minhas partes "exclusivas" haha.
No misto de efeitos e nuances, conseguir que toda a melodia transpareça na massa sonora foi necessário bastante cautela e conhecimento de causa para não deixar o resultado soar piegas.conseguimos finalizar a Black!
Sou obrigado a comentar: Não sei qual é o som que mais gosto deste CD.
A “Black” e as outras composições, são sons que para nós como músicos/compositores aquém de estereótipos nos enchem de orgulho em te-las composto.
Bom, por hoje é isso.
Paulo Moura
Ok, começo aqui a registrar meu primeiro dia de gravação de guitarra.
Na minha cabeça venho com as referências do que já tenho tocado nos ensaios para isso e a expectativa de encontrar na integração entre os equipamentos de gravação, os diferentes amplificadores do estúdio e pedais de efeito, o som que espero como resultado final do CD para as minhas guitarras.
...Mas nisso o Gus tem realmente uma puta visão, mesclar digitais, analógicos e tudo o mais que aparecer é com ele.
Hahaha só de ver as válvulas daquele Marshall acesas os dedos já começam a coçar!
Chegamos a conclusão que para começar sem dúvida seria melhor pela partes com distorção e depois partirmos para as outras fases.
Empunhada minha Les Paul Epiphone + pedais de efeito: Digital Delay, Flanger e T-Wah, e a própria distorção do Marshall e começamos a gravação.
De primeira fizemos um teste para avaliar se o som estava de acordo, e alguns ajustes depois: TUDO PRONTO.
Começamos com Black Raven.
Como o Alex já tinha gravado algumas partes do que seria as “minha dobras” de guitarra pela questão do timbre, passamos logo para as minhas partes "exclusivas" haha.
No misto de efeitos e nuances, conseguir que toda a melodia transpareça na massa sonora foi necessário bastante cautela e conhecimento de causa para não deixar o resultado soar piegas.conseguimos finalizar a Black!
Sou obrigado a comentar: Não sei qual é o som que mais gosto deste CD.
A “Black” e as outras composições, são sons que para nós como músicos/compositores aquém de estereótipos nos enchem de orgulho em te-las composto.
Bom, por hoje é isso.
Paulo Moura
terça-feira, 21 de outubro de 2008
ALEX GOODBYE/GUITAR FX´s
(17/08/2008) - registro retroativo.Bem, decidi por gravar os meus solos em um outro momento, numa segunda etapa dedicada as minhas guitarras, assim hoje é a minha ultima sessão de gravação desta 1º etapa .
Paulo estava presente já se preparando para assumir a cadeira na sala técnica do estúdio. Gravamos alguns trechos com timbres de guitarra diferenciados e com efeitos para Black Raven, Fallen, Sun Shape, e o solo para Water Flow que me garantiu dormir com um “sorrizinho de canto de boca” de satisfação!
Pela primeira vez, improvisamos muitas coisas exatamente ali no estúdio, ainda fico impressionado com a “química musical” que se manifesta quando eu e Paulo trabalhamos juntos, realmente indescritivel...
Gravamos também uma “remessa” de teclados, coisas que criamos apartir da analise de nossas gravações de pré-produção com um resultado formidável!
por: Alex Rodrigues
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
UNPLUGED ARCHAENGEL ;)
(16/08/2008) - registro retroativo.Demos um tempo com as guitarras nessa sessão.
Tive companhia hoje no estúdio do Paulo e focamos as gravações no violão.
Todos os trechos a serem gravados eram costumeiramente tocados com a guitarra limpa assim, fomos testar alguns modelos e escolher o som que melhor se encaixa-se.
Nossa aposta era um Ovation de 12 cordas, mas simplesmente não rolou... não casou muito bem.
Testamos um outro modelo com corda de nilon e por fim um violão elétrico, e este foi o escolhido.
Hoje tudo transcorreu num ritmo mais “relax” e com bons resultados.
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